You are currently browsing the tag archive for the ‘primos’ tag.

Quando tudo parece ir bem e vida promete anos longos e cheios, somos bruscamente agredidos pela morte que assalta e ataca, ofende e humilha, separa e destrói, sem que possamos resistir à sua investida ou atrasar o seu avanço. Inesperadamente, a morte agrediu a nossa família e reclamou a vida do primo Alexandre.

No meio desta perda injustificada, assiste-nos o conforto das promessas do amor e presença de Deus e a esperança que a fé em Jesus nos garante. Ficamos com estas promessas e garantias, e uma vasta nuvem de boas memórias do nosso primo.

Os momentos passados entre os primos e o Avô combinam algumas das recordações mais fortes entre as memórias que juntei desde o início deste projecto. E por isso tive de escrever sobre elas e sobre os acontecimentos que as compõem. Num capítulo em particular, relembro os tempos que íamos a casa do Avô dormir e tudo o que isso significava para nós. Embora este episódios envolvam muitos dos primos, as imagens mais nítidas que tenho desses tempos são do Alexandre. Foi com ele que passei mais tempo na casa do Avô. Em conjunto criamos uma intimidade e cumplicidade com o Avô que vencia a barreiras das idades. Fazíamos a meditação com ele e, já depois de o deixar a dormir no seu quarto, entregávamo-nos à conversa que se estendia pelas horas mais longas da noite. Éramos companheiros numa viagem em que partilhávamos segredos, alegrias e receios, sem qualquer reserva.

Agradeço a Deus a memória deste passado partilhado com o Alexandre e pela oportunidade de o ter registado no livro. Não podia agora deixar de partilhar o esboço deste capítulo, que foi um dos que mais me emocionou a escrever. Embora não consiga transcrever o detalhe e intensidade das memórias que guardo do Avô e do Alexandre, acredito que pelo menos a evocação dessas imagens seja de algum conforto para quem ler.

Capítulo 12 – A Fresca Aragem da Noite (draft)

A morte investe contra o nosso corpo mortal, mas não tem poder para reclamar a alma daqueles que, pela fé em Jesus, a entregaram nas mãos de Deus. Tal como o Alexandre fez um dia…

“Jesus então declarou-lhe: Eu sou a ressurreição e a vida. O que crê em mim, mesmo que morra, há-de viver.”
(João 11:25)

Anúncios

O Autor

Um certo e determinado neto em viagem ao passado do seu Avô

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 7 outros seguidores

Categorias das mensagens

Blog Stats

  • 11,980 visitas